Recital das Obras Sociais: oportunidade de acesso à cultura e à arte

  06 de dezembro de 2017 • 11h30 • Atualizado em 08/12/2017 • 11h30

Entre várias outras atividades, os atendidos das Obras Sociais Redentoristas têm também acesso a muita cultura e arte. As crianças já crescem sabendo o que é um recital, porque têm a oportunidade de participar de um.

O quadro Em Nome da Vida desta quarta-feira, 6, mostra como foi agradável o momento que os assistidos viveram e sobre o aprendizado adquirido.

A sétima edição do Recital das Obras Sociais Redentoristas aconteceu no auditório Dom José Rodrigues, no Complexo Cespe/Cecam, em Trindade (GO). Ali, os assistidos tiveram a oportunidade de mostrar o resultados das aulas que tiveram gratuitamente.

“Quando o jovem ou o adulto vem experimentar uma sensação diferente, isso causa expectativa e ansiedade que, como consequência, leva a querer fazer mais. Então, eles acaba se sentindo bem empolgados para continuar nos estudos”, explicou Rodolfo Machado, educador social. São oportunidades dadas a jovens que estão começando a vida musical.

Karen Rodrigues de Oliveira, 14, tem aula de música toda semana e, na primeira apresentação, contou com o apoio da avó na plateia. “É uma experiência nova pra gente apresentar. E eu acho que isso é muito importante, porque podemos ter um futuro quando levamos a sério. Podemos seguir uma carreira mesmo”, disse.

“É maravilhoso. Um orgulho pra gente, porque ela está fazendo o que gosta, e futuramente será bom para ela, que pode ser uma professora ou pessoa que trabalha com música, porque ela gosta”, afirmou a avó, Iolanda Oliveira de Morais.

Jovens como a Karen e também adultos tiveram a oportunidade de ensaiar nos últimos cinco meses para o recital. E deram sorte: uma das principais metas das obras sociais é ensinar a quem precisa e quem quer aprender. A coordenadora administrativa do Cecam, Flaviana Irineu, ressalta: “Eles se sentem valorizados enquanto pessoa que está desenvolvendo um talento. A gente sente isso, principalmente, através das famílias. Os jovens contam como conseguem desenvolver as habilidades. Eles se abrem para a sociedade por meio da música”.

“Mesmo que você trabalhe sozinho como músico, você precisa de um grupo. E é bom você lidar com várias pessoas, porque acaba que você vai precisar se tornar mais profissional. É importante o aluno aprender a lidar com isso, conhecer novas pessoas. A música pede entrosamento”, disse Rodolfo Machado.

“É muito bom e gratificante participar disso e colaborar para que essa cultura e a mensagem da boa ação chegue às pessoas”, contou Otoniel Braga, seminarista. Para Ednilma da Silva Pereira, comerciante, é muito bom, porque dá oportunidade às pessoas e preserva a cultura: “largo o que tenho para fazer e venho prestigiar. É maravilhoso!”

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O Programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 7h45, com reapresentação às 10h45. Você pode acompanhar todas as edições pelo Canal Pai Eterno, no YouTube, e também assistir pelo portal paieterno.com.br, na página do Programa Pai Eterno.

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