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Falta de igreja priva jovens de receberem Sacramentos

O interior da Amazônia é caracterizado por terras de difícil acesso, bem distantes […]

O interior da Amazônia é caracterizado por terras de difícil acesso, bem distantes dos principais municípios do estado. Para chegar até lá é preciso ir de barco, e as viagens são demoradas. Algumas cidades pequenas não possuem nem linhas de ônibus – o que obriga a população a andar de moto ou carroça. O que acontece, neste caso, é que a distância está impedindo a presença de padres e sacerdotes para formar e auxiliar a juventude.

Com a falta dos religiosos, muitas crianças, adolescentes e jovens não receberam o primeiro anúncio do Evangelho e são privados de realizar os Sacramentos. A solução, para o que está sendo um problema, seria o envio de sacerdotes para a Amazônia, para acompanhar a população local na formação religiosa. Um problema porque, com a falta de suporte espiritual, está sendo mais difícil lidar com a dependência química – realidade que já existente na região.

Laiza dos Santos Andrade, membro da Juventude Oblata de Maria Imaculada, de Manaus, conta ao site Pontifícias Obras Missionárias que os padres só conseguem estar presentes nas comunidades do interior de seis em seis meses. Fora isso, as pessoas que sabem têm boa vontade e ajudam a propagar o Evangelho.

O apelo de Laiza é para que a Igreja abrace essa causa e envie sacerdotes à região pelo menos uma vez por mês. Ela também pede pela formação de formadores, de pessoas que possam trabalhar com esses jovens e articular as expressões juvenis católicas. “Esperamos por uma evangelização que possa de fato contribuir para que o crescimento da Igreja, o aparecimento de Jesus Cristo aconteça nas comunidades, mas a partir da cultura deles”, declara.

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