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Saudação do Papa aos bispos “Amigos do Movimento dos Focolares”

O Papa Francisco concluiu sua série de audiências, na manhã desta quinta-feira, recebendo, […]

O Papa Francisco concluiu sua série de audiências, na manhã desta quinta-feira, recebendo, na Sala Clementina, no Vaticano, 77 Bispos “Amigos do Movimento dos Focolares”, que estão participando, desde o dia 24, de um Encontro em Castelgandolfo, perto de Roma.

Aos numerosos Bispos, provenientes de diversos Países, entre os quais o Brasil, representado por quatro Bispos e dois Arcebispos, o Santo Padre pronunciou um discurso, partindo do tema do próprio encontro: “A reciprocidade do amor entre os discípulos de Cristo”.

Trata-se de um tema, disse o Papa, que ecoa o mandamento novo, que Jesus deixou aos seus discípulos:

“Esta partilha de experiências espirituais e pastorais, na perspectiva do carisma da unidade, é uma coisa boa, uma oportunidade de convivência fraterna que vocês, como Bispos, são chamados a levar a estes encontros: trata-se de um amplo respiro da Igreja que faz com que, o que vocês recebem, seja colocado a serviço de toda a Igreja”.

A sociedade de hoje, disse o Pontífice, tem grande necessidade de um estilo de vida, do qual transpareça a novidade que o Senhor Jesus nos deu: querer-se bem, apesar das diferenças de caráter, de proveniência, de idade… Este testemunho faz nascer o desejo de ser envolvido pela grande parábola de comunhão, que é a Igreja. E o Papa acrescentou:

“Quando uma pessoa sente a necessidade da ‘reciprocidade do amor entre os discípulos de Cristo’, é capaz de transformar a qualidade das relações interpessoais e chamada a redescobrir a Cristo; assim se abre ao encontro de Cristo, vivo e atuante, e sente a força de sair de si mesma para ir ao encontro dos outros, para propagar a esperança, que recebeu como dom”.

“Fazer da Igreja uma casa e uma escola de comunhão”, frisou o Papa, é realmente fundamental para a eficácia de toda a obra de evangelização, enquanto revela o profundo desejo do Pai: que todos os seus filhos vivam na fraternidade; revela o desejo do coração de Cristo “que todos sejam um”; revela o dinamismo do Espírito Santo e a sua força de atração, livre e libertadora.

Cultivar a espiritualidade de comunhão contribui ainda, recordou o Bispo de Roma, para nos tornar mais capazes de percorrer o caminho ecumênico e o diálogo inter-religioso.

O Papa Francisco concluiu seu discurso aos Bispos, “Amigos do Movimento dos Focolares”, desejando que este encontro possa ser uma ocasião propícia para crescer no espírito da colegialidade e para receber, do amor recíproco, encorajamento e esperança renovados.

 

 


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