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2015, o Ano da Paz

A proposta da Igreja Católica, através da CNBB, busca incentivar a união e a luta pela paz no Brasil.

DESTAQUE_ENTREVISTA_2015_01_12_002A Igreja Católica decidiu promover o Ano da Paz em 2015. A proposta é para que todos se unam e lutem pela paz. Sobre o assunto, o Programa Pai Eterno exibiu nesta segunda-feira, 12, entrevista com o Missionário Redentorista Ir. Diego Joaquim. Ele falou sobre a importância de tratar a paz como um tema central dentro da Igreja, explicou como as paróquias devem seguir na proposta, citou alguns desafios a serem encontrados e deixou uma mensagem especial aos filhos do Pai Eterno. (Assista ao vídeo abaixo)

Talíta Carvalho: O que levou a criação do Ano da Paz e qual é a importância disso?

Ir. Diego Joaquim: Com certeza, os casos de violência, que assustam todos os dias a população de norte a sul do Brasil, influenciaram essa decisão dos bispos, na última Assembleia Geral, de promover este momento de reflexão, que é o Ano da Paz. Mas, muito mais do que as notícias, a causa da violência. Nós sabemos que a paz é fruto da justiça. Quando todos tiverem acesso ao trabalho, aos seus direitos fundamentais de educação, saúde e segurança, aí sim nós poderemos ter uma sociedade pacífica. Então, é por isso que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) motiva que todas as comunidades façam neste ano litúrgico de 2015, que começou no primeiro domingo do Advento, até o final de novembro de 2015, este Ano do Paz.

Talíta Carvalho: Como deve ser o trabalho das Paróquias e das comunidades para difundir o Ano da Paz?

Ir. Diego Joaquim: Podem ser criados momentos especiais como caminhadas, passeatas, mas tudo já tem que estar inserido dentro das atividades ordinárias das paróquias e comunidades, pois a ideia é que esta reflexão marque o cotidiano das pessoas, é um tempo de conversão. Então, são incentivados momentos especiais, mas que esta reflexão também esteja presente nos momentos ordinários na vida das comunidades.

Talíta Carvalho: E quais são os desafios desta proposta?

DESTAQUE_ENTREVISTA_2015_01_12_001Ir. Diego Joaquim: O primeiro desafio é as pessoas entenderem que, quando a gente fala de paz, não é um problema do presidente dos Estados Unidos com o presidente da Coréia, por exemplo. É um desafio que começa de mim, de você, sou eu que preciso me converter e passar a enxergar na outra pessoa um filho de Deus, um irmão. O Papa Francisco, na mensagem para o Dia Mundial da Paz, ele chamava atenção para isso: Nós muitas vezes vemos a outra pessoa como mera mercadoria, como alguém que eu tenho que tirar vantagem, que eu posso usufruir e ter sempre a minha vantagem, o meu lucro. Então, é preciso compreender que a paz no mundo começa na minha casa, nas atitudes que eu tenho para com o meu semelhante.

Talíta Carvalho: Neste início de ano, o Ano da Paz qual a mensagem que o senhor deixa para os filhos e filhas do Pai Eterno?

Ir. Diego: Que nós possamos viver como filhas e filhos do Pai Eterno , dispostos e disponíveis a viver a vontade de Deus na nossa vida. Dispostos de verdade a nos converter e a enxergar no nosso irmão, um filho de Deus como eu, como você. Que a gente possa mudar o nosso olhar e aí sim poder promover fraternidade, bondade, mansidão na sua casa e onde quer que você esteja. É assim que os filhos e filhas do Pai Eterno fazem a diferença na sociedade, pois são também promotores da paz.

O Programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 7h45, com reapresentação às 10h45. Você pode acompanhar todas as edições pelo Canal Pai Eterno, no YouTube, e também assistir pelo portal paieterno.com.br, na página do Programa Pai Eterno.


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