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“Uma nova entrega em minha vida”

Novo bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, Dom Levi Bonatto, fala das expectativas para a nova missão.

DOM LEVIAlém de ajudar o arcebispo em suas funções, o novo bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, Dom Levi Bonatto, será responsável pelo Vicariato Oeste e Vicariato da Comunicação. Será o professor de Direito Canônico no Instituto Santa Cruz e vai atuar como presidente e vigário judicial do Tribunal Eclesiástico, além de vigário geral da Arquidiocese. Em entrevista ao Jornal Santuário, o religioso falou das expectativas para a nova missão, do primeiro contato com a comunidade da região e o que muda na sua vida sacerdotal a partir de agora.

JORNAL SANTUÁRIO Qual foi sua reação ao saber que seria nomeado bispo auxiliar de Goiânia? Como o senhor foi comunicado?

DOM LEVI BONATTO – A minha reação foi de surpresa, não por ser Goi- ânia, mas pelo chamado ao Episcopado, pois sempre achei que isto não seria para mim por eu ter me ordenado com 38 anos e nunca ter trabalhado em uma paróquia. E, claro, que tinha a meu favor justamente a experiência que eu trago da minha vida profissional e também, todos estes anos, estive trabalhando com sacerdotes. Fui o coordenador da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, uma instituição que ajuda na formação dos sacerdotes diocesanos. Fui comunicado pelo Núncio Apostólico que mora em Brasília e que representa o Santo Padre no Brasil. As conversas foram por telefone mesmo e o principal argumento, e o que me levou a aceitar, é que era um pedido do Papa Francisco.

Como foi receber essa missão?

Encarei como uma nova entrega em minha vida. É uma nova missão que Deus me pede, tal como, há vinte anos, foi o sacerdócio. E como já experimentei a graça de Deus em todos esses anos, tenho certeza que a ajuda do Senhor não irá faltar.

O que muda na sua vida sacerdotal com essa nomeação?

Muda muita coisa. Eu era capelão de uma Residência Universitária, em Curitiba (PR), e trabalhava com jovens e também fazia um pouco de Pastoral Familiar. Ministrava muitas palestras e atendia muitas direções espirituais, além de quase todo fim de semana pregar em um retiro espiritual. Agora, como bispo auxiliar de Goiânia, terei que atender a uma variedade maior de exigências e os trabalhos são muito variados, desde dar aulas para os seminaristas até administrar crismas nas paróquias, pois a arquidiocese é muito grande e exige muito empenho por parte dos bispos.

Como foi o seu primeiro contato com os fiéis em Goiânia?

Foi excelente. Fui muito bem acolhido. Notei que é um povo religioso e respeitador dos costumes religiosos. Basta ver a devoção que a maioria tem ao Divino Pai Eterno, que agora se estende a todo o Brasil. Já tive a oportunidade de celebrar em várias paróquias e comunidades, e recebi muito carinho, atenção e já encontrei muitos leigos dispostos a ajudar nas vá rias pastorais.

Quais as expectativas para essa nova caminhada?

Estou muito esperançoso. A arquidiocese tem uma boa estrutura, Dom Washington tem muita experiência e conhece muito bem os problemas que temos, e os padres também estão comprometidos com a linha da Diocese, além de termos um povo de Deus maravilhoso que está sempre disposto a ajudar.


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