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Exemplo de dedicação ao trabalho voluntário

Bióloga se dedicada ao processo de resgate, reabilitação e soltura de animais silvestres.

DESTAQUE_ATITUDE_CRISTA_2015_04_10_003O destaque do quadro Atitude Cristã, exibido no Programa Pai Eterno desta sexta-feira, 10, foi para a bióloga Elizabeth Guimarães. Em uma chácara, localizada em Aragoiânia, região metropolitana de Goiânia (GO), ela acolhe animais silvestres depois de serem encontrados com ferimentos ou algum outro tipo de maus tratos. (Assista ao vídeo abaixo)

“Tudo começou quando eu estava fazendo Biologia. Eu trabalhei primeiro 21 anos em banco, mas eu tinha o sonho de ser bióloga e fui fazer Biologia. Em 2006, eu fiz uma parceria com o Ibama, cadastrando aqui como uma área de soltura para receber animais silvestres vindos de maus tratos, atropelamentos e cativeiro domésticos. Todos os animais que se encontram aqui são para soltura”, contou Elizabeth Guimarães.

Em parceria com um órgão federal, a bióloga se dedica em fazer um trabalho voluntário de reabilitação dos bichos. Ela contou que eles chegam judiados, muitos foram atropelados ou até mesmo encontrados com traficantes de animais: “É um trabalho voluntário feito pela necessidade de ajudar os animais, pois são poucas as pessoas que despertam para o meio ambiente. Hoje, com a questão da falta de água, eu acredito que as pessoas vão ver essa necessidade mais próxima”.

Além do Tamanduá Bandeira e dos pássaros, tem emas, onças pardas e gato mourisco. Grande parte dos bichos fica sob os cuidados da bióloga e do marido por mais de um ano, até que possam ser devolvidos à natureza.

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DESTAQUE_ATITUDE_CRISTA_2015_04_10_001Elizabeth Guimarães faz esse trabalho com os animais desde 2006. De lá pra cá mais de dois mil bichos receberam os cuidados dela. São dias de dedicação, esforço e de muito cuidado. Reabilitados, eles ganham a natureza de novo e também a sua independência de vida. É claro que Elizabeth se apega aos animais que chegam, mas ao contrário do que muita gente pensa, a soltura, que é o momento em que eles retornam para o meio ambiente, é um dos mais esperados por ela.

“É o melhor momento! Todo mundo pensa que é o momento mais difícil porque tem aquela ideia de que eu amamentei, criei com o maior cuidado e depois deixo ir embora. Meu sonho é que chegue esse momento, para que ele esteja bem e possa ir embora. A gente trabalha com os tamanduás no processo de berçário, eles ficam amamentando, depois vai para o recinto da mata, depois que é desmamado. Lá o contado com o ser humano é pouquíssimo para que ele fique ‘bravinho’, queremos que ele fique assim. É uma alegria na hora da soltura”, explicou.

Segundo a bióloga, quando os animais voltam ao seu habitat, a sensação é de dever cumprido. “Se você pode fazer alguma coisa que é de coração eu acho que Deus abençoa a gente para isso, para fazer as coisas de coração, não para fazer com alguma intenção. Então, é isso que eu peço a Deus todos os dias, e agradeço ao Divino Pai Eterno anualmente”, afirmou.

O Programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 7h45, com reapresentação às 10h45. Você pode acompanhar todas as edições pelo Canal Pai Eterno, no YouTube, e também assistir pelo portal paieterno.com.br, na página do Programa Pai Eterno.


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