Catequese

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Redentoristas se dedicam à missão de evangelizar e construir uma sociedade mais justa e fraterna.

DESTAQUE_MISSIONARIOS_2_2016_10_19_004Todo mês de outubro entra em pauta uma parte fundamental da Igreja: a missão. Nesse período, sempre há uma reflexão mais acentuada do anúncio de Jesus à humanidade. Na Congregação do Santíssimo Redentor de Goiás, a missão é algo que está evidenciado ao longo de todo o ano, pois é a razão de ser da vida religiosa vivida pelos religiosos que seguem seus princípios.

Os Missionários Redentoristas vivem verdadeiramente esse carisma, cumprindo a missão deixada por seu fundador, Santo Afonso Maria de Ligório. Seguidores de Jesus, eles doam suas vidas pela construção de uma sociedade mais justa, fraterna e solidária, em busca da paz.

Versatilidade missionária

DESTAQUE_MISSIONARIOS_4_2016_10_19_004Por meio de muito trabalho, os redentoristas buscam renovar, em cada cristão, o espírito evangelizador de levar a todos o amor do Pai Eterno. São muitas as atividades e as funções que os religiosos exercem com este objetivo. Ordenado no ano de 1988, o Missionário Redentorista Pe. Rafael Vieira iniciou sua missão sacerdotal, em Brasília (DF), na comunidade formada por Pe. Júlio Negrizollo, Pe. Daniel Tamassia e Pe. Vicente André de Oliveira. “Grandes e talentosos missionários”, disse Pe. Rafael, referindo-se aos padres que foram suas referências nos primeiros passos de seu sacerdócio.

Os exemplos obtidos por Pe. Rafael obtiveram frutos que o acompanham ao longo dos 28 anos de sacerdócio. O religioso tornou-se padre quando ainda estava no primeiro ano da Faculdade de Jornalismo. Imbuído pelo dom da escrita, já publicou 17 livros e está escrevendo o décimo oitavo que é um livro-reportagem sobre o Papa Francisco.

As publicações fizeram parte de um movimento que juntava: comunicação, na Rádio Difusora; trabalho paroquial, na Igreja Matriz de Campinas; e a criação e manutenção do trabalho social, no Centro de Convivência Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Ceconspes).

Atualmente, Pe. Rafael é o assessor de imprensa na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e este é, para ele, um trabalho assumido como uma missão. “É uma missão dada, não somente a mim, mas à minha Província Redentorista [de Goiás]. Para estar lá, conto com o apoio e a oração dos meus confrades. Desse modo, sou missionário com eles naquilo que faço no jornalismo e na Igreja”, ressalta.

Prestes a completar sete anos de ordenação presbiteral, o Missionário Redentorista Pe. João Paulo dos Santos, também une a missão sacerdotal com outras funções. Ele é pároco na Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, em Goiânia (GO), além de ser formador no Seminário São Clemente (etapa da filosofia) e também coordenar o curso de Teologia no Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás (Ifiteg).

DESTAQUE_PE_JOAO_PAULO_2016_10_19_004Segundo Pe. João Paulo, de uma parte, os trabalhos são distintos e exigentes, e requerem atenção especial: “na faculdade, como tal, exige um cuidado com aspectos mais acadêmicos, técnico-científico do produzir teologia; na paróquia, além dos Sacramentos ministrados, um cuidado no acolhimento das pessoas, formação das pastorais, movimentos etc., e no seminário, a missão de estar juntos, oferecer elementos que ajudem os postulantes a fazer o caminho próprio do percurso formativo redentorista”.

Por outro lado, Pe. João Paulo afirma que há elementos comuns que tornam positiva a conciliação dos trabalhos: “Encaro tudo como sendo lugares e realidades diferentes, mas o espírito é o mesmo, o espírito missionário redentorista. Como a artéria de tudo está o aspecto da formação, tanto no instituto, como na paróquia, embora o serviço seja mais abrangente, a missão está relacionada com a formação dos que postulam ser redentoristas. No Ifiteg, eles estudam, e na paróquia, boa parte deles realiza os trabalhos pastorais”.

Mês Missionário

É próprio dos Redentoristas realizar diversos trabalhos em regiões e realidades diferentes, mas, a união de cada uma dessas ações, formam um só corpo missionário. Outubro, sendo o Mês das Missões, ascende os objetivos do ato de despertar a consciência para a vocação missionária e refletir, de modo pessoal, como isso está sendo feito.

Para o Pe. João Paulo, este, “é um tempo de profunda reflexão, não só dos trabalhos realizados, mas, também, da própria identidade do ser missionário. De tempo em tempo, é preciso parar, meditar, avaliar, renovar a esperança e colocar-se a caminho, na realização da missão confiada por Deus”.

DESTAQUE_MISSIONARIOS_2016_10_19_004Pe. Rafael avalia que a missão é a motivação para prosseguir consolidando as convicções de vida e de fé: “Carrego comigo uma visão muito particular da existência: penso que todo ser humano tem uma missão de bondade nessa terra. Ninguém nasceu para agredir, violentar, passar por cima dos outros. Por pensar assim, acho que além da missão religiosa que proclamamos nas Igrejas, este mês é um tempo especial para se aprofundar a missão humana que é dada a todos e que precisa ser assumida para transformar esse mundo cheio de injustiça em um mundo melhor, mais saudável e mais feliz”.

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