Evangelização

Reflexão da Palavra: Lc 19, 39-56

“Vamos olhar para Nossa Senhora como um exemplo e um Ícone de amor”, afirma Pe. Robson

No sábado, 17, dia em que a Igreja celebrou a Assunção de Nossa Senhora, o reitor do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, Pe. Robson de Oliveira, fez uma reflexão sobre seu exemplo de fidelidade a Deus. Como um Ícone de amor, Maria disse “sim”, de Deus se fez presente em sua vida.

“Naqueles dias, Maria partiu para a região montanhosa dirigindo-se apressadamente para uma cidade da Judeia. Entrou na casa de Zacarias, cumprimentou Isabel. Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo. Com o gesto, gritou e exclamou: Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre. Como posso merecer que a mãe do meu Senhor me venha visitar? Logo que a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança pulou de alegria no meu ventre. Bem-aventurada aquela que acreditou porque será cumprido o que o Senhor lhe prometeu. Então, Maria disse: A minha alma engrandece ao Senhor e o meu espírito se alegra em Deus, o Salvador, porque olhou para a humildade de Sua serva. Doravante todas as gerações me chamarão “Bem-Aventurada”, porque o Todo Poderoso fez grandes coisas em meu favor. O seu nome é santo e sua misericórdia se estende de geração em geração a todos que o respeitam. Ele mostrou a força do seu braço e dispensou os soberbos de coração, derrubou do trono os poderosos e elevou os humildes, encheu de bens os famintos e despediu os ricos de mão vazia, socorreu Isael, seu servo, lembrando de sua Misericórdia, conforme prometera aos nossos pais em favor de Abraão e de sua descendência para sempre. Maria ficou três meses com Isabel, depois voltou para casa. Maria ficou três meses com Isabel, depois voltou para casa. Palavra da Salvação!”.

“Maria é elevada aos céus por aceitar o projeto de Deus na sua vida, de uma maneira singular, sublime. Deus a separou desde o ventre materno, mas não lhe tirou a liberdade de escolher em ser ou não a mãe do Redentor. Maria nasceu sem pecado original. O Senhor quis assim, ele já sabia que ela seria a mãe do Criador, se ela dissesse sim. Assim ela disse. Pura desde sempre. O Anjo Gabriel anuncia a Maria que o Senhor está com ela. Então, ouça e leia a Palavra de Deus, porque ela é bendita entre todas as mulheres, como diz a Sagrada Escritura. Feliz é aquela que acreditou. Portanto, Maria se fará realidade e tudo aquilo que o Senhor prometeu se fará verdade. Tudo conspirava para o amor, para a graça e para o bem, para que a humanidade recebesse a salvação eterna”, disse Pe. Robson de Oliveira.

Segundo o reitor, Maria cumpriu bem sua missão e fez da sua vida um sim constante ao Senhor. “E isso lhe foi creditado em justiça. Maria seguiu os passos de Jesus, se uniu a Jesus no seu sofrimento. Sofreu com ele e manteve-se fiel. Sua fidelidade fez com que ela merecesse a graça de estar junto de Deus. A Igreja é a continuidade da Redenção de Deus nos dias de hoje, por isso proclamamos o dogma de fé. Por isso, você precisa acreditar. Maria foi assunta ao céus pelos seus méritos. Porque muito viveu para Deus! Vamos olhar para Nossa Senhora como um exemplo, um Ícone de amor”, concluiu.

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