Jornada Mundial dos Pobres movimenta paróquias

A data busca conscientizar e incentivar as pessoas a diminuírem a desigualdade social no mundo

A esperança dos pobres jamais se frustrará, a citação do salmo é a mensagem do Papa Francisco para o III Dia Mundial dos Pobres. Nesta data a igreja católica no mundo todo é convidada a celebrar e desenvolver ações voltadas à quem mais precisa de atenção. Pensando nisso, a Basílica de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro desenvolveu uma grande ação social.

Para o Pe. Marco Aurélio Martins da Silva, reitor da Basílica, esse movimento mundial é um grito para chamar os católicos sobre a importância da missão de sempre fazer o bem. “A nossa missão como cristão no mundo é ser solidário sempre e estender a mão sempre”, destaca.

Durante a ação, vários serviços foram oferecidos à comunidade e quem participou aproveitou a iniciativa. “Eu vim em busca de providenciar meus documentos e também de alimentação, pois está escasso. Achei a ação muito importante, já que igual a mim tem muitas pessoas necessitadas”, explica Wander Ferreira de Andrade, que está desempregado.

Quem participou também pôde fazer o cadastro na tarifa de baixa renda da conta de luz. E teve até massagem pra quem queria relaxar. Para as crianças foram oferecidas atividades lúdicas brincadeiras e doces. O Edvaldo de Oliveira é um dos voluntários que ajudou na ação. Ele garante que sai daqui melhor do que chegou. “A gente ganha mais do que doa, a gente aprende a valorizar mais o que tem e a agradecer a Deus pelas coisas pequenas também”, afirma o voluntário.

O trabalho é pensado pra ajudar quem precisa de assistência. Os serviços mais procurados por aqui são os de saúde. Neste ambiente por exemplo a população pode fazer exames oftalmológicos sendo realizados exames oftalmológicos e a aferição da pressão arterial. Na cozinha os voluntários também trabalharam duro em prol de quem precisa. Dona Silvia Moreira é uma das pessoas que faz questão de vir ajudar. “É muito bom a gente servir, depois que me aposentei busquei um trabalho em que eu pudesse continuar servindo e ajudando enquanto ainda posso. E eu acho que é algo que todos deveriam fazer”, pontua.

Cada etapa do trabalho é feita com muito carinho e dedicação e o cardápio foi caprichado. “Servimos carne ao molho madeira, frango com legumes, feijoada, salada, maionese. Muita comida para todos!”, conta Nelson Antônio, coordenador da Pastoral de Rua.

Um trabalho como este enche de esperança quem tanto precisa de atenção. “Aqui que eu tenho é dom de Deus, Ele me ofertou. E sou chamado a sair de mim para ir ao encontro e me ofertar ao próximo onde eu possa ser ajuda e sinal de esperança”, finaliza Pe. Marco Aurélio.

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