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Virtude da temperança auxilia na vida em equilíbrio

Psicóloga fala sobre medida que nos ajuda a conduzir os relacionamentos interpessoais e nos manter na graça de Deus

Autocontrole, moderação e equilíbrio, adjetivos que prevalecem quando se trata da virtude da temperança. Mas na correria do dia a dia algumas situações deixam as pessoas tão irritadas que é preciso respirar fundo para não deixar interferir nas emoções.

Até mesmo o relacionamento familiar pode levar uma pessoa a ter um desequilíbrio emocional. Principalmente quando cai na rotina e acaba interferindo nos prazeres pessoais. E para aliviar a tensão, é preciso deixar florir o lado espiritual. Para a psicóloga Larissa Rodrigues a fé ajuda nos momentos de desequilíbrio. “Se a gente usa nossa espiritualidade para trabalhar o nosso emocional, o nosso equilíbrio, a nossa emoção, a nossa fé o pensamento positivo, a gente consegue ter um equilíbrio muito maior”, destaca.

E é possível identificar uma suposta queda de controle e ela acontece a partir do momento que deixamos nossas emoções dominar os atos. Mas existe tratamento e até prevenção. “Temos que ter um trabalho de autoconhecimento para aliviar essas questões e isso é possível por meio das meditações e o conhecimento de si”, explica.

A virtude da temperança também é um auxilio da graça de Deus para conseguirmos imitar a vontade de Deus em ser amor. Segundo o missionário leigo, Demerval Junior, a temperança ajuda na compreensão. “Nos ajuda a entender aonde nós devemos ir e se devemos ir. Em determinadas situações, ela pode vir pelo conhecimento, pela educação, mas também por inspiração, com o Espirito Santo nos alertando, nos conduzindo daquilo que não sabemos e não vemos”, explica.

Para ele, essa virtude colabora com todo o processo de entendimento da vida. “Ela é a justa medida que nos ajuda a conduzir os processos são coisas da graça de Deus, e percebemos que a temperança nos auxilia. Ela nos conduz para sermos imitadores de Deus”, diz.

Segundo o missionário, é importante saber observar a ação de Deus diante das situações. “Termos que entender o agir de Deus. A liberdade que damos a Deus para me conduzir em tudo isso. Se permito a ação Dele, coisas interessantes acontecem a minha volta”, explica.

A situação mais perigosa para contrapor a temperança é a ira, a vingança, querer fazer com as próprias mãos. E para que isso não aconteça é preciso a redenção. “É necessário se entregar e confiar nas mãos de Deus e saber que somos limitados, mas que Deus tudo pode. É uma entrega, como uma criança que confia nos pais. Essa confiança a Deus da a liberdade para Ele agir em nossas vidas”, conclui.

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