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Família consolidada no amor e nos ensinamentos de Deus

Vocação Familiar: conheça a família construída por um casal que serve ao Pai Eterno e educa os filhos na fé

Luiz Júnior, 38, e Roberta Kersten da Silveira Lopes, 36, são casados há 11 anos. Eles se conheceram ainda na adolescência, quando estudavam juntos, por volta dos 15 anos de idade. As vidas se separaram por um tempo, mas os caminhos se reencontraram e eles começaram a namorar em 2007, casaram em 2009. Hoje, eles têm dois filhos: Samara Kersten da Silva, 11, e o pequeno Bento Kersten da Silveira Lopes, 3. Uma família consolidada, que serve à Igreja com base nos ensinamentos de Jesus.

Júnior conta que cresceu em uma família desestruturada. Teve a infância e a adolescência difíceis. “Meus pais são separados, minha mãe me criou sozinho. Não fui criado dentro da Igreja, minha mãe sempre me deu muita liberdade e eu fiz muita coisa errada na vida. Quando eu fui amadurecendo, fui sentindo a necessidade de me estruturar melhor, de fazer diferente do que eu vivi. Meu padrinho foi uma pessoa que me inspirou bastante enquanto homem, profissional, pai de família e eu fui criando responsabilidade, deixando de lado as coisas ruins que eu fazia, fui trabalhando e, hoje, sou profissional na área de análise de rede. Trabalho e tenho minha família unida, que faz tudo junto, construída com muito amor”, relata.

Quando Júnior e Roberta se reencontraram eles decidiram fazer diferente de todos os exemplos ruins que eles conheciam, foi então, que eles começaram a entender e perceber o sentido e o interesse de seguir a vocação familiar. “Quando começamos a namorar, nós sabíamos que a gente ia casar e nos preparamos para isso. Fomos vendo exemplos e pontuando as coisas que a gente não queria fazer com a nossa vida, nosso casamento e nossa família. Então, fizemos o curso de noivos na igreja e foi ali que percebi que outras pessoas podem ajudar um casal a viver bem, a não se separar. Durante o curso, eu senti que eu queria servir à Igreja. Quando casamos, fizemos um Encontro de Casais com Cristo e a vontade só aumentou. Com o passar dos anos, servimos na catequese, nas formações. Eu e ela fazemos algumas palestras, encontro de jovens. E agora, somos o casal assessor arquidiocesano do Encontro de Casais com Cristo. Sou acólito e faço Teologia na PUC GO”, afirmou.

Superação e amor

Júnior e Roberta tiveram a Samara no segundo ano de casamento. Uma menina meiga, calma, que nunca deu trabalho. Depois quiseram ter mais um filho, um momento difícil na vida do casal. “Depois de tentar muito, veio o Bento. Não foi uma gravidez fácil, foi de risco. Mas, fomos levando. Com sete meses de gravidez, minha esposa sofreu um acidente de carro, um caminhão bateu na traseira do carro dela. Foi um susto muito grande, mas ficou tudo bem no final. O Bento nasceu logo depois e homenageamos São Bento com o nome dele. Fomos abençoados com um casal de filhos e somos muito felizes por isso”, comemora.

A família sempre que pode está reunida e quase nunca se separa. “Fazemos atividades familiares, piquenique, zoológico, shopping, sempre nós quatro juntos. Em casa fazemos tudo junto, estudamos, brincamos, comemos. Só nos separamos quando estamos trabalhando e as crianças ficam com meus sogros”, comenta Júnior.

Para o casal, a relação entre família e Igreja é fundamental. “É na Igreja que nós compreendemos o sentido da organização, da disciplina, da penitência, compreendemos o que é verdadeiramente o amor, o matrimônio, e quando compreendemos tudo isso, passamos do crivo somente de convivência, alcançamos outros níveis de amor e a Igreja é fundamental para isso. Todos os outros lugares podem nos ensinar a amar o próximo e tal, mas a Igreja ensina isso profundamente na veracidade do amor, que é Cristo! Quando nós estamos em Deus, Deus está em nós. Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais Ele se aproxima de nós. A família por si só não consegue superar as dificuldades que aparecem. Então, a gente só consegue seguir em um caminho quando temos um objetivo, um caminho a seguir com Deus”, pontua Júnior.

De acordo com Júnior, a criação dos filhos não se trata de autoritarismo, mas sim de mostrar a eles qual o melhor e verdadeiro caminho a se seguir. “Ensino a eles que, em um determinado momento, Jesus nos salvou, fez isso por nós, por amor. Então, é importante que eles saibam da importância de amar o próximo, de fazer sacrifício pelo outro, a importância do amor. É neste sentido que vamos criando nossos filhos. Lá na frente, quando vier a adolescência, uma possível rebeldia, quando forem bons jovens, adultos, vamos colher esses frutos plantados agora”, conclui.

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