Pandemia

Obras Sociais produzem conteúdo on-line para atender assistidos

Na pandemia, educadores sociais usam a criatividade e tecnologia para continuar cuidando das famílias beneficiadas

A pandemia da covid-19 e a necessidade de ficar em casa como prevenção pegou todo mundo de surpresa e despreparado para tais medidas. Nas Obras Sociais Redentoristas, em Trindade (GO), não foi diferente. De acordo com o coordenador pedagógico, Naclayton Sousa, todo calendário de atividades já estava sendo colocado em prática quando os decretos municipal e estadual entraram em vigor. “Como forma preventiva, tivemos que fechar nossos quatros centros sociais, até então pensávamos que seria algo passageiro e aqui estamos com mais de seis meses de nossas atividades suspensas, infelizmente”, comenta.

Porém, o trabalho não parou, os educadores sociais buscaram na tecnologia formas de levar informação e entretenimento para as famílias assistidas, especialmente as crianças e adolescentes. “Nós realizamos um planejamento do que seria apresentado em nossas redes de informação (Instagram, Facebook e site) organizamos dias e temas específicos para gravação de conteúdos, que nossos colaboradores produzem na segurança de  suas casas e nosso departamento de comunicação organiza as postagens. No início não foi fácil, mas atualmente nossos vídeos e todo conteúdo apresentado têm sido espetaculares”, comemora Naclayton.

Temas como dicas de segurança na pandemia, atividades pedagógicas infantis e dicas de esporte e lazer são assuntos que os educadores trabalham diariamente. A cada mês a equipe pedagógica faz uma avaliação e inova os conteúdos a serem postados no mês seguinte. “Atualmente, estamos com um quadro em que os próprios assistidos ou os pais gravam e nos encaminham. É uma atividade que tem sido muito positiva, pois podemos matar a saudade das crianças e demais assistidos”, explica o coordenador.

De acordo com Naclayton, a saudade da interação diária com os beneficiados pelas obras sociais tem sido uma das coisas mais difíceis da pandemia. Sem dúvida, o que mais me faz falta é a troca de energia que temos com o público, desde as famílias que recebo para fazer algumas orientações até os momentos de evangelização com nossas crianças. São momentos que me preenchem enquanto profissional e pessoa e confesso que isso me dá muita saudade. Claro que estamos tentando continuar desenvolvendo um bom trabalho remotamente, mas estar perto, poder aconselhar, articular presencialmente traz um brilho diferente para a vida”, finaliza.

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