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Frades Menores Capuchinhos colaboram com a evangelização e formação missionária

No coração da Amazônia a atuação da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos é […]

No coração da Amazônia a atuação da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos é uma forte aliada de evangelização e de desenvolvimento social para muitas tribos localizadas na região. A Paróquia Indígena São Francisco de Assis possui três missionários que atendem mais de vinte e cinco mil índios em 72 comunidades e conta com um projeto de formação missionária que permite que os próprios povos originários contribuam com o anúncio do evangelho. “Eu e outros dois Freis visitamos uma faixa de 72 comunidades indígenas tudo via fluvial. Espalhadas em diversas direções”, explica Frei Paolo Braghini.

Um evangelho inculturado a realidade local permite que a luz de Cristo chegue para estes povos de forma mais eficaz. Respeitar a cultura dos povos originários é também um rosto social da igreja na Amazônia. “Jesus se fez homem e se encarnou, então o evangelho também se encarna nas pessoas. É bom ver eles verem as orações modificadas na língua deles”, conta o Frei. As outras igrejas cristãs presentes na região amazônica tem dificuldade de evangelizar e respeitar as raízes culturais dos indígenas. “Nós como igreja católica vemos que eles revigoram suas origens culturais. É bonito e significativo pois a cultura não se contrapõe, se integram”, explica o Frei.

A realidade social dos indígenas também é uma preocupação dos missionários franciscanos. Os freis ajudam eles a conquistarem ferramentas de trabalho, aprimoramento de técnicas de produção e assistência primária à saúde. Há também um trabalho de aprimoramento da agricultura familiar sendo realizado por mulheres indígenas e que conta com ajuda dos franciscanos. Os freis trabalham também para a melhoria dos processos de comunicação na região. Com a falta de internet e telefonia móvel em várias partes, eles buscam criar uma rádio comunitária indígena.

Durante este tempo de pandemia os Freis continuaram os trabalhos de evangelização de forma adaptada e estão trabalhando para minimizar os impactos do agravamento da pobreza na região.
“O nosso lema era fique na aldeia, pois eles são uma família, mas mais ainda que isso era não fique vá na cidade. Estamos alegres que as vacinas já estão chegando nas aldeias. Quero agradecer os profissionais da saúde que tem um carinho muito grande pelo povo.

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