Ajudar o próximo

Conheça o Projeto Social “Mãos de Clara”

O projeto social “MÃOS DE CLARA” está ajudando muito a população carente de Belo Horizonte

 

É dentro do espírito de vivencia e fraternidade que a paróquia Santa Clara de Assis, uma das maiores em Belo Horizonte, vem crescendo e ganhando novos adeptos a serviço da igreja. Foi a partir deste olhar voltado aos mais vulneráveis que surgiu o projeto Mãos de Clara, com o objetivo de promover ações concretas em favor dos mais pobres.

Uma dessas para iniciativas é coordenada pela Adelina Santos que ajuda na confecção de enxovais de bebês gestantes que enfrentam dificuldades. “O projeto surgiu em 2008 por um grupo de senhoras da pastoral familiar. Elas tiveram o desejo de fazer algo social e levou até o padre da época que tinha objetivo de formar roupinhas para doar as mães das crianças que saírem da maternidade”, recorda Adelina Santos. 

Além de estarem juntas em oração, os quase 170 voluntárias do projeto “Mãos de Clara” também se mobilizam para acompanhar as necessidades em asilos, abrigos de adolescentes e creches.  Um trabalho que uni a ajuda por meio de bens materiais e a escuta da população carente. 

Luciana Pereira, coordena a distribuição de refeições para mais de 400 pessoas em situação de rua. Ela conta que o grupo assistencial tem todo o cuidado em levar não só alimento, mas também roupas, calçados e produtos de higiene pessoal. Uma forma de aproximação completa entre a igreja e os irmãos que precisam de apoio solidário.Começamos a fazer almoço para os moradores de rua, hoje somos 167 voluntários e a doação em desse grupo e fomos vendo que só os moradores de rua era pouco Então vimos que as nossas ações poderia aumentar e fazer uma coisa mais ampla”, explica.   

 É a solidariedade que se torna motivação no exercício da ação missionária proposta pela igreja. É também a dignidade para dezenas de mães e recém-nascidos que são valorizados através da empatia e da fraternidade.A cada dia não adianta só dar o material, temos que na verdade interessar por cada um deles, porque as vezes a necessidade deles é além do material e sim no emocional, afetivo. Então temos esse trabalho na pessoa humana”, completa Luciana.

 

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