Apoio Espiritual

A importância da Igreja na formação da juventude católica

Pe. Antônio Ramos Prado reflete sobre a participação do jovem nas comunidades eclesiais

“Vós, queridos jovens, não sois o futuro, mas o agora de Deus”. As palavras são do Papa Francisco e reforçam a importância de incentivar a juventude a crescer no caminho da fé e conhecer o amor do Pai Eterno. Pensando nisso, a Comissão para a Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) trabalha para que os jovens tenham voz dentro das comunidades eclesiais e se sintam verdadeiramente acolhidos.

“A comissão tem um papel fundamental de ajudar outras comissões da CNBB a pensarem na juventude. Nós ajudamos a Igreja a ter uma preocupação mais direta na formação integral dos jovens”, reforça o Pe. Antônio Ramos Prado, assessor da Comissão para a Juventude da CNBB.

Ele acrescenta que, em sua Exortação Apostólica após o Sínodo da Juventude, em 2018, o Papa Francisco destacou que fez uma escuta mundial das juventudes no contexto social, político, econômico, religioso e cultura em cada ambiente onde os jovens estão.

A preocupação do Santo Padre era a formação integral destes jovens. “Se a juventude passa por todos os eixos desta formação, ela consegue viver em sociedade e contribuir para a transformação dela”, reflete o religioso.

Pe. Antônio Ramos Prado acrescenta que é preciso formar uma juventude que não fique fechada dentro das igrejas, mas formar um cidadão consciente, que tenha fé e saiba seu papel na sociedade.

“Por meio da Exortação Apostólica, podemos refletir que a Igreja precisa colocar os jovens no seu devido lugar dentro da comunidade eclesial, de modo especial, na tomada de decisões, para que eles se sintam parte da Igreja e queiram ficar nela. Se a gente não incluir os jovens dentro desta comunidade, ela ficará na periferia da Igreja”.

Por isso, o padre destaca a importância de ter espaço para a juventude dentro da comunidade eclesial, oferecendo acolhimento e atenção. “Na vida, os jovens são movidos pela busca do pertencimento e da felicidade. Se eles não se sentem acolhidos, eles vão para outros lugares. Assim, precisamos trazê-los para juntos de nós”, conclui.


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