Santuário

Igreja celebra o bicentenário da morte de Frei Galvão, o primeiro santo brasileiro

Ele foi canonizado pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007, durante a visita do Pontífice ao Brasil

São Frei Galvão foi canonizado pelo Papa Bento XVI em 11 de maio de 2007, durante a visita do Pontífice ao Brasil. Até 23 de dezembro deste ano, a Igreja comemora o bicentenário da sua morte. No dia 11 de maio, celebrou-se o aniversário de 15 anos de canonização do primeiro santo brasileiro: Santo Antônio de Sant’Anna Galvão, conhecido como São Frei Galvão.

O bicentenário foi aberto em 24 de outubro de 2021, com uma missa presidida pelo cardeal Odilo Pedro Scherer, na Catedral da Sé. Na celebração, o arcebispo de São Paulo disse: “Queremos comemorar o bicentenário de sua morte e dele aprender novamente as lições que deixou, seus ensinamentos, exemplo e testemunho, que é muito atual”.

 A história do santo

São Galvão, padroeiro dos engenheiros, arquitetos e construtores, nasceu no dia 10 de maio de 1739 na vila de Santo Antônio de Guaratinguetá, atual cidade de Guaratinguetá, no Vale do Paraíba. A vila estava na região chamada Capitania de São Paulo, hoje, Estado de São Paulo. Galvão era o quarto de dez filhos de uma família muito religiosa, rica e nobre. Seu pai, Antônio Galvão de França, português, era o capitão-mor (prefeito) da vila, comerciante, pertencia à Ordem Terceira Franciscana e era famoso por sua generosidade. A mãe de Antônio Galvão era Isabel Leite de Barros, mulher generosa, filha de fazendeiros e descendente da família do bandeirante Fernão Dias.

Frei Galvão faleceu no Mosteiro da Luz em 23 de dezembro de 1822, poucos meses depois da independência do Brasil. Faleceu na graça de Deus, com fama de santidade. Uma multidão de luto foi se despedir do santo que encantou a cidade de São Paulo. Ele foi sepultado na igreja do Mosteiro da Luz, em São Paulo. Até hoje, o seu túmulo é destino de peregrinação de fiéis que vêm pedir e agradecer graças recebidas pela sua intercessão. Já no Santuário de Frei Galvão, em Guaratinguetá, o devoto pode conhecer uma urna de uso pessoal do Santo. Também está em exposição um fragmento do osso da perna (fêmur) de Frei Galvão.

Fonte: CNBB


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