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Clero, a profissão mais feliz do mundo

E os Missionários Redentoristas concordam

Ser padre é um chamado divino e, assim como as demais profissões, uma vocação. Uma pesquisa feita pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, mostrou que os membros do clero ocupam a primeira posição no ranking das profissões mais felizes no mundo.

Mas é importante fazer uma ressalva. Segundo o missionário redentorista, padre João Bosco de Deus, “ser padre é uma vocação. É um chamado de Deus, em que a pessoa se entrega para o Senhor. Sendo uma realização comunitária, um chamado a fazer bem as coisas de Deus”, explica o religioso.

Além do clero, colocado em primeiro lugar, as outras profissões do top 8 da pesquisa são: bombeiros, fisioterapeutas, escritores, professores de educação especial — responsáveis por ensinar pessoas com deficiência física ou intelectual —, seguido de professores de sala de aula, artistas plásticos e psicólogos.

Para explicar de que forma é possível medir o grau de felicidade de uma pessoa no trabalho, o psicólogo Daniel Mappeli explica que muitas empresas utilizam pesquisas de clima que mostram a satisfação dos colaboradores de uma unidade, mostrando o engajamento, motivação e plano de carreira.

Já no caso contrário, quando um trabalhador está insatisfeito ou infeliz com aquilo que exerce, existe uma forma de identificar se é melhor e em qual momento mudar de profissão. “Cada pessoa tem o seu antidepressivo de forma independente, tem pessoas que se sentem superfelizes em trabalhar em um ambiente extremamente competitivo. Outros se sentem muito mais felizes em trabalhar em um ambiente mais calmo”, explica o psicólogo.

No caso daqueles que ocupam a primeira posição do ranking, mesmo não sendo uma profissão e sim uma vocação aliada a uma missão religiosa, apesar de executarem sempre com muita alegria, existem também dificuldades. Para a irmã Marisa de Paula, da Copiosa Redenção, a maior objeção é ficar longe da família. “No começo, chegava a doer de tanta saudade. Mas, hoje, eu vivo o tempo de férias com qualidade com os meus familiares para poder voltar para a missão”, compartilha a religiosa.

E para quem decide atender o chamado do Pai, a satisfação está presente nas atitudes que demonstram que o evangelho está sendo compreendido. “As experiências mais felizes são quando a gente vê a comunidade respondendo ao chamado, quando a gente vê o pessoal que está ao seu redor abraçando a causa do Reino de Deus. É quando você vê, por exemplo, uma família que está ali intrigada, já com tantas confusões da vida, entender que há algo maior pela palavra do missionário, pela palavra do padre, entender o evangelho e passar a viver. Nesse momento, a gente começa a se alegrar também. Começa a sentir que a nossa missão está sendo realizada e está dando frutos”, finaliza padre João Bosco.


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