Nossa Senhora do Carmo

A história da Igreja é marcada pelos homens e mulheres de Deus, mas também pela dor, fervor e amor à Mãe de Deus. É o caso da história da Ordem dos Carmelitas e sua profunda ligação com Nossa Senhora da qual testemunha o cardeal Piazza: “O Carmo existe para Maria e Maria é tudo para o Carmelo, na sua origem e na sua história, na sua vida de lutas e de triunfos, na sua vida interior e espiritual”.

Carmelo em hebraico, “carmo” significa vinha; e “elo” significa senhor, portanto, “vinha do Senhor”: este nome nos aponta para a famosa montanha que fica na Palestina, donde o profeta Elias e o sucessor Elizeu fizeram história com Deus e com Nossa Senhora.

Estes profetas foram “participantes” da Obra Carmelita, que só vingou devido à intervenção de Maria, pois a parte dos monges do Carmelo que sobreviveram da perseguição dos muçulmanos, durante o século XII chegaram fugidos na Europa e elegeram São Simão Stock como seu superior geral. São Simão, por sua vez, estava no dia 16 de julho intercedendo com o Terço, quando Nossa Senhora apareceu com um escapulário na mão e disse-lhe: “Recebe, meu filho, este escapulário da tua Ordem, que será o penhor do privilégio que eu alcancei para ti e para todos os filhos do Carmo. Todo o que morrer com este escapulário será preservado do fogo eterno”.

Vários Papas promoveram o uso do escapulário e Pio XII chegou a escrever: “Devemos colocar em primeiro lugar a devoção do escapulário de Nossa Senhora do Carmo, e ainda, o  escapulário não é ‘carta-branca’ para pecar, mas é sim uma ‘lembrança’ para viver de maneira cristã, e assim, alcançar a graça duma boa morte”.

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