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Devotos relatam histórias de fé e devoção

Testemunhos de graças alcançadas marcam a vida de pessoas que se sentem amadas pelo Divino Pai Eterno.

Destaque_Vava_06_02_14Iniciamos 2014 com muita fé e esperança. O ano de 2013 foi marcado por diversos momentos de fé e amor a Deus. Alguns testemunhos de histórias cheias de emoção e devoção marcam e fazem parte da vida de pessoas que se sentem amadas e agraciadas pelo Divino Pai Eterno.

Há cerca de dois anos, Luzia Maria da Costa descobriu que estava com câncer de mama. Foram momentos de muita dor para toda a família, especialmente para o esposo Itamar Batista Figueiredo. “Naquela angústia, eu pedi ao Divino Pai Eterno que, se fosse para tirar a minha esposa, que tirasse eu no lugar dela porque ela ia fazer mais falta para os meus filhos e os meus netos”, lembra o devoto com muita emoção.

Durante todo o tratamento a família permaneceu unida. Esposo, filhos e netos tinham o mesmo objetivo: dar forças à Luzia. “Eu ia para o serviço chorando e rezando para o Divino Pai Eterno. Tinha dias que eu até parava no meio do caminho para enxugar as lágrimas. Mas sempre pedindo com muita fé”, conta Itamar.

Tratamento, cirurgia, muita oração e, após vários meses, veio a resposta aos inúmeros pedidos de toda a família: Luzia recebeu a cura. Como forma de agradecimento, durante a Romaria 2013, Itamar caminhou os 18km entre o trevo de Goiânia e o Santuário Basílica de Trindade (GO), carregando uma cruz de aproximadamente 4 metros de comprimento, pesando 50kg.

Foram cerca de sete horas de caminhada. “Eu não acho difícil, para mim é fácil. E quando eu vejo Trindade e a igreja, parece que eu não sinto mais nada, aí que eu chego com mais vontade”, diz. E completa: “Peso era o problema que minha esposa tinha”.

Depois de toda a luta contra a doença, Luzia tem a certeza: “Nós somos enviados do Pai para falar dessa bênção maravilhosa que a gente teve, dessa cura. E essa luz que brilhou, eu peço ao Pai Eterno que ela sempre esteja brilhando em nossas vidas. O sacrifício é grande, mas não é maior que a graça que nós recebemos. E a vitória não é nossa, é do Pai”.

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Libertação dos vícios

O Divino Pai Eterno age de todas as maneiras. O advogado João do Carmo recebeu uma graça que, para ele, foi um grande milagre. “Há 20 anos eu não bebo. Eu bebia muito e eu tenho certeza que foi o Divino Pai Eterno que me ajudou, e as orações da minha família. Então eu acho que isso aí, pra mim, foi um grande milagre”, conta.

Essa história de fé de João é muito antiga, desde 1956, quando sua família se mudou para a Capital da Fé, no coração do Brasil. Naquela época o Santuário Basílica de Trindade ainda era uma obra inacabada. “Quando chegamos aqui só tinha as paredes. Eu brincava muito lá nas redondezas de onde hoje é a Basílica”, conta o devoto.

Foi com o pai que João do Carmo aprendeu a amar e confiar no Pai Eterno. Por problemas de saúde, o pai não consegue ir até a igreja. Mas, mesmo assim, não deixa de acompanhar as missas todos os dias pela TV. Essa fé esteve sempre presente na vida deles e, se depender de João, vai perpetuar na família, pois ele não se cansa de agradecer por todas as graças alcançadas: “Eu segui os exemplos do meu pai, sempre no caminho da religião católica toda a minha vida. E meus filhos e minha esposa também são católicos”.

Uma nova vida

Apesar de já ter nascido com um problema no coração, Divá Justino Ribeiro viveu bem durante muitos anos. Um homem forte e muito saudável. Até que em uma tarde, ao sair do trabalho, se sentiu mal, teve uma dor no braço e suava muito. Ele foi ao médico e descobriu que era o coração. A luta teve meses de duração. A filha, Edivânia Ribeiro, conta que ele piorava a cada dia e precisava de um transplante de coração o mais rápido possível.

“Em nenhum momento nós ficamos em desespero porque a gente acreditava que o que viesse pra nós era porque Deus estava permitindo que a gente passasse aquele tempo”, lembra a filha. O problema de Divá fez com que ele chegasse a pesar 43kg, um período em que ele migrava de hospital em hospital. Foi um ano muito difícil, mas a família esteve sempre presente e unida.

As dificuldades foram vencidas pela força da fé e oração de todos. Divá sempre acompanhava as Novenas dos Filhos do Pai Eterno e de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. “A cada momento de luta, nós tínhamos onde buscar a palavra de Deus. Quando você está passando por um processo de tratamento, de busca por uma solução, as Novenas ajudam a fortalecer”, assegura Edivânia.

Quando menos esperavam, a cirurgia foi feita, mas ainda não havia acabado o sufoco. “O médico disse que o coração só estava batendo 50% e que estava com ajuda dos aparelhos. Mas que se não batesse, as máquinas não aguentariam mais que dez horas. Mas aí eu falei que não tinha problema, pois o coração dele ia bater. E bateu mesmo, antes de dar a hora, e o coração dele funcionou normal”, relata a esposa, Luzia Rodrigues Ribeiro.

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