Evangelização

Você reza em família?

Grupo familiar que mantém viva a tradição de rezar juntos comenta os benefícios deste ato

Diz o ditado: “Família que reza unida, permanece unida”. O casal Ana Rúbya Moreira de Souza e Emerson Jacinto da Silva comprova isso em seu dia a dia. Toda semana, eles integram um grupo de familiares que rezam juntos, costume que remonta uma tradição de anos. “Começou numa reunião na casa da minha avó com participação de 100 pessoas da família. E então, passou a ser mensal. Quase 20 anos depois, passamos a fazer um acampamento de oração duas vezes ao ano. Agora, nos últimos sete anos, nos reunimos semanalmente”, contou Ana Rúbya.

Além dos casais, para integrar a família em uma rotina de oração, é preciso o envolvimento dos mais jovens. Uma forma de atraí-los é ter encontros interativos e animados. O estudante Eduardo Filho Moreira dos Santos, de 17 anos, participa desde os 10 anos das orações em família e é responsável por tocar violão durante a animação das reuniões. “Aprendi o instrumento com 9 anos e o pessoal foi me colocando para tocar nas orações. Fui melhorando até tocar na igreja”, conta.

Uma ótima estratégia para gerar engajamento entre os familiares e auxiliar o próximo é a solidariedade. A família de Ana Rúbya, de Emerson Jacinto e Eduardo Filho começaram a doar alimentos para doar cestas básicas a quem precisa. Em 2020, eles têm um novo objetivo: montar duas cestas por mês, totalizando 24 cestas até o fim do ano. “Às vezes, pessoas até da nossa família estão passando por certas dificuldades e, assim, podemos ajudar. Por isso, estamos com esse propósito, não só na oração, mas na ação de fazer essa partilha com os irmãos que mais necessitam”, afirma Emerson. 

Outro casal que mantém viva a tradição da oração é Igo Neander e Mariana Carneiro, da Comunidade Atos. Para eles, apesar de os novos tempos parecerem trazer consigo novos desafios à família, a realidade não é bem essa. “O desafio não é maior que em outros tempos. O desafio maior é o amor, a fé e principalmente o sacrifício para se doar ao outro. Esse é o que o ser humano precisa fazer para se integrar ao próximo, à esposa, aos filhos e à comunidade”, afirmou Igo.

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