Graças alcançadas: devotos agradecem ao Pai Eterno

Destaque_FE_07_02_14Devotos relatam dificuldades e problemas que já enfrentaram e conseguiram superar por meio da fé e devoção ao Divino Pai Eterno. Testemunhos emocionam  e o agradecimento pela graças recebidas leva milhares de pessoas ao encontro do amor do Pai.

Em 1963, Darcina Freire veio de mudança, com o esposo e as filhas, para a Capital da Fé: “Quando chegamos aqui, eu achei tudo ótimo. Era muito bom. A gente se sentia como se estivesse num pedacinho do céu”. As filhas de Darcina foram criadas em um ambiente de muita fé e paz. Atualmente a família faz parte da Associação Filhos do Pai Eterno (Afipe).

Para quem viu e viveu todo o crescimento da devoção, essa é uma grande satisfação: “Eu me sinto muito bem, porque eu sei que a gente está ajudando a crescer e a melhorar e isso é muito bom”. Depois de 20 anos morando na cidade, a família se mudou para Goiânia a fim de garantir os estudos das filhas. Mas mesmo assim, eles não se afastaram de Trindade. Em 50 anos, nunca deixaram de participar da Festa do Divino Pai Eterno. Vão até o Santuário Basílica sempre que podem e, além disso, acompanham todos os dias as celebrações pela TV. E hoje se orgulham de poder fazer parte e acompanhar a construção da Nova e Definitiva Casa do Pai.

“Agora a gente vai passar por outra etapa porque eu me lembro do Santuário Basílica quando ainda estava só a carcaça. E agora a gente vai ver novamente esse nascer. Uma nova construção para atender a todos os que ali buscam a sua fé, a sua devoção ao Divino Pai Eterno”, ressalta uma das filhas, Tânia Mary.

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Fé entre gerações

As irmãs Waldethe Batista de Freitas, Magda Maria Batista e Dêse Julieta Batista são devotas do Divino Pai Eterno. A família veio para Trindade quando elas ainda eram pequenas. Aqui encontraram um ambiente de paz e fizeram dessa terra um lar. Desde então, as irmãs acompanharam o crescimento da devoção. “Nós tentamos sempre nos envolver com o trabalho da Igreja. Para a nossa família, isso é muito importante porque dá continuidade na fé que o meu pai e minha mãe sempre tiveram”, afirma Dêse.

A fé e a devoção ao Pai Eterno conquistou os corações das três irmãs. “O Pai Eterno é o caminho da fé, da esperança e da renovação de cada dia para a gente se tornar melhor”, destaca. Para essa família a Romaria de Trindade é um dos eventos mais importantes do ano, pois é momento de rever parentes e amigos. “Na época da festa os laços familiares parece que se aproximam, tem muitos parentes de fora que vêm pra cá, e todos se reúnem”, conta o filho de Magda, Luiz Henrique Batista.

Na família, a fé ultrapassa gerações. As irmãs aprenderam com os pais e hoje filhos e netos continuam o caminho de amor ao Divino Pai Eterno. “Desde a época dos nossos pais até hoje, nós continuamos participando da Alvorada todas as madrugadas, às 5h, depois a procissão vindo da Matriz até aqui na Basílica. E isso continua perseverando na nossa família comigo, minhas irmãs, meu filho e inclusive meu neto que, apesar de muito novinho, já participa conosco”, relata Magda.

Restauração do corpo

A fé no Divino Pai Eterno é capaz de superar limites e até mesmo surpreender. Conheça agora a história de Jheyson do Nascimento Silva. A mãe do garoto é Eliane do Nascimento Mesquita. Ela conta que, faltando poucos dias para a Festa de Trindade, o filho sofreu um grave acidente: “Estavam fazendo a terraplenagem do setor para asfaltar. O rapaz da patrola não tinha visto o Jheyson de bicicleta e deu ré. Ele apavorou para correr, mas o cascalho estava fofo, então ele caiu e a máquina passou as duas rodas em cima dele, na região do abdômen”.

“Eu fiquei com medo porque passou completamente em cima de mim. E na enfermaria, os dois médicos da Ortopedia chegaram lá e falaram que iam fazer uma cirurgia pra tentar colocar meu osso no lugar, mas que era uma cirurgia muito complicada e eu provavelmente ia ficar deficiente. Nesse momento, eu e minha mãe tivemos muito medo”, conta Jheyson.

Os momentos no hospital foram de muita angústia, mas o Divino Pai Eterno foi a força de toda a família. Lá mesmo enquanto aguardava o término da cirurgia, a família se reuniu e se colocou em oração. Aos poucos a graça do Pai foi acontecendo de maneira decisiva. Após a cirurgia, o médico falou que a situação do garoto não estava tão ruim como os exames haviam mostrado. Por isso, a cirurgia foi um sucesso.

Depois de toda a dificuldade, Jheyson hoje leva uma vida normal, estuda, trabalha e, nas horas vagas, gosta de consertar computadores. Além disso, ele tem o sonho de se formar em Biologia e ser professor. “O Jheyson é um menino que nasceu para ser feliz. Eu agradeço muito ao Divino Pai Eterno e à Mãe Santíssima que está sempre junto com a gente”, ressalta a mãe, emocionada.

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