A tolerância é um caminho para a paz

A atitude de tolerar torna a sociedade mais respeitosa e permite o amadurecimento das relações

Neste sábado, 16, é comemorado o Dia Internacional da Tolerância, uma data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU). O objetivo da instituição é de reafirmar a fé nos Direitos Humanos fundamentais na dignidade e valor da pessoa humana, além de poupar sucessivas gerações das guerras por questões culturais. Por isso, a ONU pede que as nações incentivem a prática da tolerância e a convivência pacífica entre os povos vizinhos.

De acordo com o jornalista Jerônimo Venâncio, a tolerância passa sobretudo pelo respeito. “Ter a capacidade de respeitar as pessoas como elas são. Olhar para o outro e entender que ele também carrega uma história, dores e alegrias, isso tudo é ser tolerante”, destaca.

Para Jerônimo, ao compreender que cada pessoa tem uma história e que isso influencia no modo de ver e interpretar o mundo a gente passa a entender que ninguém tem a obrigação de querer, de ser e de pensar a mesma coisa que nós. “Todos temos medos, vivências, oportunidades, ou a falta dela, mágoas, angústias e sonhos e por isso devemos olhar o próximo da mesma maneira que gostaríamos de ser olhado”, afirma.

Dicas

Desenvolver a tolerância é uma missão de todos os seres humanos. “Para cultivar atitudes de tolerância devemos buscar olhar para nós mesmos no sentido de evitar julgar o outro e as suas atitudes”, explica Jerônimo. O jornalista que também é especialista em desenvolvimento pessoal afirma que a nossa responsabilidade, aquilo que podemos controlar está nas nossas atitudes diárias e não no outro. “Quando não toleramos algo é porque a gente julga que aquilo é errado. Mas se aquilo que o outro faz não está interferindo na minha vida, que tal deixar de julgar?”, reflete.

De acordo com Jerônimo, a intolerância cria guerras, confrontos e desconfortos nos mais diversos âmbitos de nossas vidas: no trabalho, na escola, na faculdade e até mesmo em maior escala, por exemplo, no caso de guerras religiosas. “A intolerância pode literalmente matar, fomentar o ódio entre grupos diferentes, que demonstra a incapacidade das pessoas de lidarem com a próprias emoções, que acaba no desrespeito ao próximo. Quando baixamos o nível do julgamento a gente passa a respeitar o próximo, independente da diferença”, finaliza Jerônimo.

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