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Obras Sociais recebem os assistidos com alegria

Para iniciar o novo ano letivo, os educadores preparam uma acolhida especial no Cespe

Depois das férias as portas do Cespe (Centro Social Pai Eterno) se abrem para acolher os assistidos nesse ano de 2020. E com grande estilo! Aqui eles são recebidos com muito carinho já na entrada.  E para dar o pontapé inicial a primeira parada é no pátio. Música e oração complementam esse momento de acolhida. É hora de aprender a rezar e interagir com os coleguinhas.

Antes de ir para a sala de aula pausa para um lanchinho e com a barriguinha cheia a turma se junta nos locais preparados para eles e assim todos são recebidos pelo diretor das Obras Sociais, Pe. Domingos Cardozo. Este primeiro momento é a oportunidade de estabelecer vínculos afetivos entre as crianças e os colaboradores para desenvolver a confiança e laços de amizade.

De acordo com a educadora social, Iagma Lorrana Pereira, os colaboradores se dedicam em cada detalhe para fazer as crianças se sentirem bem-vindas. “Na decoração, por exemplo, buscamos referências de desenhos que eles gostam para que se identifiquem com a sala, com o ambiente em geral e buscamos também a união e a troca de ideias entre nós, educadores, para auxiliar as crianças do melhor jeito possível”, explica.

O trabalho realizado aqui não muda o foco, tudo gira em torno do amor e da fé no Pai Eterno. “Seja de forma direta ou como pano de fundo nós queremos trabalhar a evangelização. Ensinamos as crianças sobre as regras de convivência e respeito ao próximo, fazendo despertar bons sentimentos para que cresçam na bondade, na alegria e no amor”, destaca Pe. Domingos Cardozo Prestes.

O trabalho das Obras Sociais Redentoristas é referência. A forma que as crianças são acolhidas aumenta a procura pelos serviços oferecidos aqui, tanto que este ano o número de crianças aumentou. “As famílias demonstram muita gratidão e alegria com o nosso trabalho, pois de fato cuidamos bem dos filhos e netos que são confiados a nós”, afirma Pe. Domingos.

Os assistidos gostam tanto daqui, que até quem entrou agora já consegue se adaptar rapidamente. E quem já tem tempo na casa, já sabe a importância do trabalho desenvolvido no local. “Eu acho muito legal participar daqui porque têm muitas atividades, tem educação física, informática, eu gosto muito!”, conta Daniel Arantes Santos, sete anos. A Tayná Clara dos Santos, com apenas nove anos explica que já aprendeu muitas coisas. “Aqui eu aprendi a ser humilde, dividir as coisas e ser gentil”, afirma a pequena.

Para quem desenvolve esse projeto, cada início de ano é visto com gratidão e muito carinho. “O que mais me emociona neste trabalho é receber o sorriso das crianças, ouvir o ‘bom dia’ ou o ‘boa tarde’ deles é a melhor coisa que tem”, destaca a educadora social Iagma Lorrana Pereira.

E o padre Domingos fez questão de contar o segredo pra colher bons frutos com os pequenos. “O nosso segredo é nos dedicar a essência humana, as pessoas que essas crianças são e os adultos que um dia serão”, finaliza o religioso.

 

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