“O caminho é a fé!”, afirma devota

  11 de janeiro de 2018 • 10h55 • Atualizado em 15/01/2018 • 11h37

Além do amor, a fé sempre uniu essa família da médica veterinária Juliana Maciel Vieira Silva. Ela e o marido, Ronan Alves da Silva, se casaram em 2010. Desde então, viveram e venceram algumas dificuldades, mas nenhuma experiência foi mais forte do que a descoberta do câncer de mama no ano passado. (Assista ao vídeo abaixo)

“O casamento sempre foi tranquilo. Eu e meu marido namoramos muito antes de casar. A minha gestação foi tranquila, um presente de Deus e se eu não estivesse tido, talvez eu nem teria mais, até nisso Deus teve Misericórdia, pois pelo tamanho do nódulo já tinha uns quatro ou cinco anos. Então, quando eu tive a minha filha eu já tinha o nódulo e Deus permitiu que eu tivesse ela. Ele sabia que eu precisaria desse apoio”, comentou Juliana.

Foi ao tomar banho, em dezembro de 2016, que ela sentiu um caroço na mama esquerda. “No primeiro momento, eu fiquei com medo de morrer. Como eu tenho minha filha, já pensei em como eu cuidaria dela, como seria. A primeira coisa que eu pensei foi nela. Depois que realmente confirmou o câncer, eu acabei ficando com medo, mas depois eu fui recebendo força da família, com meu marido”, lembrou.

Quando começou o tratamento, Juliana contou que passou a frequentar mais a igreja: “Eu recebia a comunhão para ajudar a superar o meu problema. No Divino Pai Eterno eu sempre acreditei e confiei. Por isso eu segui confiando e sem desespero”.

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O tratamento incluiu 16 sessões de quimioterapia e a cirurgia para a retirada das duas mamas. Essa foi uma opção da Juliana em acordo com os médicos, uma forma de prevenir a volta da doença. “Eu nem me senti uma doente, tanto que na minha última sessão de quimioterapia eu fui a pé até os pés do Divino Pai Eterno para Ele me ajudar na cirurgia, pois meu médico estava com medo de eu tirar as duas mamas, por conta de trombose, embolia pulmonar. Era perigoso. Então, eu fui pedir para o Divino Pai Eterno me dar uma luz para tomar a decisão correta”, lembrou.

Em todo o processo de tratamento, o apoio da filha, Maria Eduarda, hoje com três anos e do esposo, Ronan, foram fundamentais. “Acho que a fé foi o combustível e sempre será daqui pra frente”, afirmou o advogado.

Ele não esquece um dia marcante. “O pior dia foi quando ela raspou o cabelo e ela chorou e eu fui varrer o cabelo dela, colocar no lixo”, contou. Diante disso, Juliana lembrou que fez tudo para manter a autoestima: “Eu fazia questão de usar peruca, fazer maquiagem para não apresentar que eu tinha a doença. Eu não queria olhar de piedade, eu queria a Misericórdia do Divino Pai Eterno, não de piedade das pessoas”, disse.

Cerca de seis meses depois da cirurgia, Juliana está curada. De agora para frente, pelos próximos cinco anos, a orientação médica é fazer exames de rotina como prevenção da doença. “Gratidão! Agradecimento! Continuo pedindo a minha cura, para Ele me ajudar a ter força e dar força para as outras pessoas que tem câncer. O caminho não é outro. É a fé!”, concluiu a devota.

O Programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 7h45, com reapresentação às 10h45. Você pode acompanhar todas as edições pelo Canal Pai Eterno, no YouTube, e também assistir pelo portal paieterno.com.br, na página do Programa Pai Eterno.

Fonte: Afipe

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