Igreja Matriz de Campinas receberá título de Basílica Menor

  06 de maio de 2016 • 11h09 • Atualizado em 10/05/2016 • 10h52

DESTAQUE_ESPECIAL_2016_05_06_002O Santuário de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Goiânia, localizada no setor Campinas, em Goiânia (GO), receberá no próximo dia 22 de maio, o título de Basílica Menor concedido pelo Vaticano. O Programa Pai Eterno desta sexta-feira, 6, exibiu uma reportagem especial sobre a devoção na Capital, e também sobre a história da Igreja Matriz. (Assista ao vídeo abaixo)

A aposentada Margarida Maria de Jesus Monteiro contou como era a igreja anos atrás: “Tenho lembranças maravilhosas. Para mim, a Igreja Matriz é o coração religioso de Goiânia. Campinas era uma cidade pequenininha, não tinha asfalto em lugar nenhum. A Igreja Matriz antiga era branquinha. Aqui, eu fui crismada, fiz a Primeira Eucaristia, frequentei todas as associações, fui da União de Filhas de Maria, até que veio o Conselho Vaticano Segundo, fez a reforma na Igreja e passou então a ter grupos de animação, mudou tudo, o leigo passou a participar e, por isso, eu sempre fui dirigente aqui na Matriz. Fui catequista por mais de 40 anos, formei inúmeras turmas. Então, sempre tive um trabalho muito ativo aqui dentro da Matriz. Eu acho que essa elevação à Basílica é mais que merecida, é um reconhecimento do que ela significa para a cidade de Goiânia, para o Estado de Goiás”.

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DESTAQUE_ESPECIAL_2016_05_06_003O fotógrafo Hélio de Oliveira e sua esposa Maria José dos Santos também guardam com carinho várias lembranças do início de tudo. “De frente a Igreja tinha um terreno vago grande, onde hoje é construída a Casa Paroquial”, relatou Hélio.

“Eu tinha uns quatro anos, hoje eu tenho 80. Eu ia na reza, no terço toda noite com a minha avó. Ia também na missa de manhã, pois naquela época a gente ia à missa todos os dias, e os padres atendiam todas as pessoas, tinham boa vontade com todos. Se tinha um doente, eles faziam visita, levavam comunhão. Se alguém falasse que o Pe. Pelágio daria a bênção, eu já juntava meus filhos e levava para ele benzer. Não era só eu, todas as mães faziam o mesmo. Ele era milagroso, é milagroso!”, lembrou Maria José.

DESTAQUE_ESPECIAL_2016_05_06_004Já a aposentada Zena Ferreira de Lima ressaltou que desde sempre a igreja era bonita e as celebrações emocionantes: “O altar era semelhante ao do Divino Pai Eterno, o Santuário Velho. Na época de festa, coroação de Nossa Senhora, procissões, na Primeira Comunhão, em cada banco tinham meninos vestidos de anjo, que conduziam até ao altar. Era muito lindo! As novenas não tinham esse tanto de gente que têm hoje, depois que foi aumentado o tanto de novena, pois uma só no dia, não suportava mais o tanto de gente”.

O Programa vai ao ar de segunda a sexta-feira, às 7h45, com reapresentação às 10h45. Você pode acompanhar todas as edições pelo Canal Pai Eterno, no YouTube, e também assistir pelo portal paieterno.com.br, na página do Programa Pai Eterno.

Fonte: Afipe

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