Devoção

Infância marcada pela fé e amor no Pai Eterno

Romaria 2017 reúne milhares de crianças que, incentivadas pelas famílias, perpetuam a devoção.

A presença de centenas de crianças tem chamado a atenção durante a Romaria do Divino Pai Eterno. Incentivados pelas famílias, os pequenos romeiros participam das celebrações e tem vários que vêm em comitivas, caravanas, de carros de boi, ônibus de várias cidades e percorrem grandes distâncias para chegara Capital da Fé de Goiás.

Devota do Divino Pai Eterno há anos, Virgínia Arévalo de Briceño contou que foi criada em berço católico, passou a religiosidade para os filhos e, agora, faz questão de passar para os netos. Ela marcou presença na Romaria 2017 e se emocionou ao falar sobre a fé. “Meus pais eram muito católicos e eu levei isso à frente. Considero o lado espiritual a base para a família. Sempre que venho, me emociono muito até porque venho mais para agradecer”.

Jucielma Aparecida Silva Alencar veio com a comitiva de Anápolis (GO). Mãe de três filhos, ela conheceu a devoção ao Pai Eterno após o início do relacionamento com o marido, pois a tradição vem do sogro. “Eles são romeirinhos desde a barriga. Deus confiou a missão de cuidar dessas três vidas a mim e ao meu esposo, mas Ele as quer de volta. Então, eu estou cuidando e os colocando no caminho do Divino Pai Eterno, o caminho certo”, afirmou.

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Avô das três crianças, Reginaldo Ribeiro dos Santos, é orgulhoso de ver os filhos, os netos e bisnetos criados na devoção. “Venho com a família toda. Temos a tradição da cavalgada há 11 anos e a família está só crescendo, e com isso a devoção passando de geração para geração. Todos somos devotos do Pai Eterno e é uma satisfação muito grande a família acompanhar essa história, um orgulho de saber que começamos essa família na fé e ela segue na fé no Pai Eterno”,

O Matheus Teixeira Aires, 5 anos, vem com a mãe, Reni Teixeira dos Reis, todos anos para a Romaria.  “Eu gosto muito da igreja, do Pai Eterno. Eu rezo e peço ajuda Dele”, disse. Para a mãe, é um orgulho ver o filho ainda tão pequeno e já cheio de fé. “Ele gosta de assistir a novena pelo celular. Tem dia que eu esqueço, passa do horário e ele me lembra. Nós sempre rezamos juntos. Ele veio ao Santuário a primeira vez com sete meses”, lembrou Reni.

 

 

 

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