Devoção

Generosidade e amor ao próximo na Romaria de Trindade

Moradora da Capital da Fé de Goiás, ela abre sua casa e oferece café da manhã aos romeiros.

A professora Magda Maria Batista é um exemplo de generosidade e amor ao próximo durante a Romaria do Divino Pai Eterno. Moradora de Trindade, ela abre as portas da sua casa durante os dez dias da Festa e oferece café da manhã aos romeiros.

“Isso iniciou quando a nossa mãe sempre ia à igreja e voltava da missa, das procissões e ela servia o café e chama as pessoas. Então, nós mantemos o costume até hoje. Eu acho isso muito importante, trocamos ideias, jogamos conversa fora, coloca as coisas sem dia”, contou.

João do Carmo Freire, advogado, disse que os momentos engrandecem cada vez mais a família. “É uma herança herdada dos nossos avós que faziam questão de manter a família unida”, comentou.

Durante os dez dias da Festa, Magda assiste a primeira missa, às 6h, e volta para casa para servir o café da manhã. Para ela é um ato de solidariedade dentro de casa. “É uma tradição de fé, como também de gratidão, louvor. As nossas caminhadas são em agradecimento ao nosso poderoso Deus, capaz de sanar nossas dificuldades, atender os nossos pedidos e acolher as nossas bênçãos. Festa de Trindade é agradecimento é pedido”, disse.

Dese Julieta Batista, funcionária pública, ajuda e admira a atitude da irmã. “Ela acolhe as pessoas na casa dela com muito carinho, faz questão da presença da família inteira. Isso é o amor que ela e nós tempos entre nós e para doar ao próximo”, declarou.

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Nesta época a professora sai na porta de casa e convida as pessoas para tomar café. “Tem oito anos que trabalho em frente à casa da Magda e ela é sempre assim. É bom, recebe a gente muito bem, como amiga. Só o jeito que ela cumprimenta a gente já é bom é diferente”, disse a comerciante Gracielli Cristina Pires.

Devota do Divino Pai Eterno Magda já passou por dificuldades e encontrou forças no Divino Pai Eterno para enfrentar problemas com a saúde do filho. “Eu nasci com uma deficiência congênita na minha perna. Ela não tinha tecido ósseo. O médico sugeriu até amputação, e as vezes eu não pudesse nem andar. Tivemos essa graça, essa bênção, e nós acreditamos em milagres, que a medicina não consegue nem explicar. Graças a Deus nós fomos agraciados e estamos aí muito agradecidos ao Pai Eterno”, contou Luiz Henrique Batista Margarida, médico veterinário.

“Eu também me sinto muito grata pelas graças recebidas do Pai Eterno na nossa casa, nossa família e também na nossa cidade toda”, concluiu a professora.

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